Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Longe do tempo

Longe e , no entanto, tão perto, cada dia passa num compasso incerto.

Tento acertar o relógio para que o tempo possa parar. Mas não pára. Nem eu. Desde que comecei a viver em função do relógio sinto que tenho cada vez menos tempo. O tempo já não corre como corria. Mas não se arrasta. Foge. Pouco é o tempo que sobra. Ao longe ouço a tua voz. Na ausência do tempo, bom é a tua voz ainda chamar por mim.

 

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Egotismo de Sophia às 14:19

4 comentários:
De whitesatin a 12 de Janeiro de 2008 às 10:47
"Na ausência do tempo, bom é a tua voz ainda chamar por mim."

E enquanto assim for, ainda há esperança.
Gostei :)

Cumptos
De Sophia a 14 de Janeiro de 2008 às 10:37
Sim. Convém haver por onde acalentar a esperança!

;) Baci
De Secreta a 11 de Janeiro de 2008 às 10:16
Por vezes o tempo é nosso inimigo.
Beijito.
De Sophia a 11 de Janeiro de 2008 às 11:05
Vezes demais...

;) Baci

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