Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008

Sei que não é saudade

Hoje acordei um pouco nostálgica. Dei por mim a ler o que escrevi, a pensar em tudo o que vivi. Apeteceu-me parar para pensar em todos os percursos efectuados no meu caminho... Não cheguei a conclusão nenhuma, também não era o que procurava.  Foi apenas parar e pensar, perceber onde estou e tentar perceber como cheguei até aqui. Não o costumo fazer tantas vezes, como se calhar devia. E daí, também não creio. Paro. Olho para o presente. E é exactamente assim que se me apresenta. Como um presente.

O primeiro título que escrevi, "talvez seja saudade", foi alterado por isso mesmo. Sinto-me feliz com o presente que vivo. Mas, às vezes, sabe bem olhar para trás. E continuar no caminho em que se segue.

 

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Egotismo de Sophia às 10:55

Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

Longe do tempo

Longe e , no entanto, tão perto, cada dia passa num compasso incerto.

Tento acertar o relógio para que o tempo possa parar. Mas não pára. Nem eu. Desde que comecei a viver em função do relógio sinto que tenho cada vez menos tempo. O tempo já não corre como corria. Mas não se arrasta. Foge. Pouco é o tempo que sobra. Ao longe ouço a tua voz. Na ausência do tempo, bom é a tua voz ainda chamar por mim.

 

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Egotismo de Sophia às 14:19

Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

Talvez como na canção...

Mas foi antes do Natal que te dei o meu coração. 

O tempo foi passando, voou em certos momentos. Nunca parei para pensar. O tempo muda as pessoas. A vida também. Seguimos o nosso caminho e em algum momento ele tornou-se paralelo, distinto. Seguimos sem nos apercebemos que em cada encruzilhada falhámos o encontro. A distância foi aumentando, sem aumentar. Sinto saudades de te sentir a meu lado sem nos sentir ausentes, distantes, imersos no ser de cada um. Pergunto-me agora se este caminho estará próximo do fim ou se ainda há uma nova encruzilhada para o nosso encontro. Gosto de pensar que sim.  Andamos ocupados cada um no seu caminho, tanto que  nos esquecemos de construir um nosso. Deixámos que os buracos se alastrassem e as pedras se amontoassem. Ficou um estrada esquecida onde ninguém caminha. Talvez como Pessoa, com todas as pedras que estão no caminho possamos construir um castelo na próxima encruzilhada e a partir dele reconstruir o nosso caminho, único.

Talvez como na canção eu tenha dado o meu coração, mas este ano não o quero dar de novo, não quero que mo devolvas, quero que o guardes e ele te traga à memória o que nos fez começar a caminhar juntos. Eu não esqueci.

 

A música: Last Christmas - Wham!
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Egotismo de Sophia às 13:23

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